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Jesus a Páscoa x os homens de agora

          SUA doutrina e seus preceitos resistem ao tempo. Tão incompreendido hoje quanto antes. Uns poucos adeptos. Milhões de antagonistas e “seguidores” fazendo adaptações e diferentes releituras de suas propostas. Seguem-no, mas não deixam “tudo”, ou nada deixam, antes, incluem “símbolos” novos que fabricam com açucares.
          Muitos Judas levantam-se e negociam SEU manto e demais pertences abrigados à sombra e segurança que sua memória evoca. Praticam a violência e “malham” o amor com o ódio. Seguramente uma leitura equivocada do que deveria ser amor e perdão.
          O mundo do se dar “bem” e brincar.
          Poderia parecer que nos juntamos deixando vir os “pequeninos”. Porém os que se juntam não ultrapassam os sistemas sociais de amigos, parentes e “conhecidos” Ninguém tem coragem suficiente para abraçar um desconhecido nas grandes cidades. Medo e violência não são seguramente preceitos da doutrina “DELE”. Mas é o nosso cotidiano de agora.
          Assimilamos pouco ou quase nada dos seus ensinamentos. Lutamos fortemente para manter seu túmulo fechado. Ressurgir é perigoso. Até já esculpimos e desenhamos figuras novas enquanto ELE está ausente de nossos olhos.
          Nossos ouvidos e voz criaram sons novos. Uma vez no ano celebramos ruidosamente a SUA paixão e morte num feriado e num almoço de Páscoa. No dia seguinte voltamos à rotina de nossas vidas.
          Quase nenhuma renovação e nossas mãos não apertam, nossos braços não enlaçam mais quase nada. Nenhuma causa para lutar.
          Mas, celebramos os rituais da Páscoa. Visões de muitas óticas trazem para nós a sua aparência dificilmente trazem a sua essência. Porque para isso é necessário PAIXÃO. E cadê coragem para seguir o caminho a verdade e a vida?

 Nazilda Corrêa

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